Dizem que quando se está feliz com algo, contamos para 01 pessoa e quando estamos descontentes, contamos para 05. Mas não para a nossa protagonista.
Descontente, ela desabafa para 15 pessoas sua frustração; Feliz, ela conta para 200 pessoas, coloca uma faixa no portão agradecendo a algum santo pela graça alcançada, qualquer assunto lhe faz lembrar e falar no motivo da sua felicidade, até que de uma hora para outra, a felicidade some e ela volta aos seus 15 amigos com quem ela desabafa suas frustrações. Até que outro furacão de alegria aconteça novamente e o ciclo se repita.
Não existe um segredo ou plano seu que pelo menos uma pessoa no mundo não saiba (quando ela consegue contar para uma pessoa só!).
A mente sonhadora dela adora fazer planos, surpresas e carinhos, e a empolgação é tanta que ela acaba contando para alguém... “O que você acha se eu...”, aí a pessoa tem uma opinião contrária à dela, ela fica imersa em um mundo de dúvidas e acaba não fazendo nada.
A gente não para pra pensar que cada pessoa em que confiamos um segredo, para quem contamos nossa felicidade ou para quem contamos nossos planos também tem outra pessoa a quem confiar, que tem outra pessoa e assim por diante. Não temos controle a respeito de até onde nossa mensagem chegará e pode ser que ela vá parar em não tão boas mãos. E não é por mal, mas acontece mesmo.
Ela teve um plano novo e quando estava prestes a contar ao seu amigo de confiança, algo a freou e começou a pensar nas pessoas de sua rotina, algumas tão discretas que parecem um mistério e outras tão escancaradas que ela já conhecia detalhes mais íntimos de suas vidas... Então resolveu propor-se um desafio e um experimento: um voto de silêncio e manter um plano em segredo, sem segundas opiniões ou interferências, fazer tudo de acordo com sua própria vontade e contar o resultado só no final, caso necessário.
Sei que a vontade e contar a felicidade aos quatro cantos, mas quanto mais se espalha o perfume, mais rápido ele acaba. Ao invés de contar a felicidade, vamos experimentar vivê-la em silêncio.
Lá estava a estrada, um caminho longo pela frente, cheia de coisas para serem vistas.
Lá estava o andarilho, com os pés calejados de tanto andar por aí, descansando de mais uma caminhada em antigos caminhos.
Por um acaso, os dois se encontraram. E o andarilho resolveu começar a andar por aquela estrada nova apenas para ver como era.
E se viu deixando pegadas e rastros, marcas e perfumes pelo caminho.
Descobriu que o caminho era feliz, próspero, bonito, promissor, puro de vitalidade e liberdade, "impossível existir estrada mais perfeita!" Mas a vida não é completamente perfeita como queremos (e nem deve ser), e a estrada tinha apenas um obstáculo... lá na frente.. um desafio para quem quisesse continuar nela. Tratava-se de um buraco que deveria ser atravessado, saltado, superado. O andarilho não teve coragem de enfrentá-lo, ou ao menos não conhecia a coragem que poderia ter, então mudou de estrada.
A nova estrada, com uma belíssima placa de boas vindas, mas um caminho por inteiro cheio de pedras, rodeado por penhascos, longas subidas e pequenas descidas que nem ao menos serviam para descansar. O andarilho quase caiu diversas vezes em seus barrancos, tropeçou outras inúmeras em suas pedras. A velha estrada tentou emprestar uma ponte "saia daí, esse caminho não vai te levar a lugar nenhum!", o andarilho recusou "Não, vou tentar mais um pouco!". A velha estrada, abandonada então, resolveu mudar seu curso e foi para outro canto.
O andarilho, cansado de tropeçar e andar sem rumo, lembrou-se do quanto era bom caminhar pela antiga estrada, e percebeu então que estava longe demais daquela que o levaria a um caminho feliz. Tentou pegar um atalho para voltar, lhe jurou que esperaria o buraco ser tapado ou que tentaria construir uma ponte para atravessá-lo, mas cada vez que o andarilho se reaproximava, a estrada ia para mais longe. Não acreditava mais no andarilho, não acreditava mais nessas pessoas que viviam pulando de esquina em esquina, que deixavam seu perfume pelo caminho e quando menos se esperasse, desapareciam em busca de novos caminhos, e quando menos se esperasse novamente, apareciam misteriosamente para continuar sua caminhada como se nada tivesse acontecido, não era o primeiro andarilho que o fazia, mas ela queria que fosse o último.
O andarilho disse então do quanto sentia falta de caminhar calmamente por aquele asfalto perfeito, aquele caminho agradável e tranquilo, esperaria o tempo que fosse para que a antiga estrada reabrisse as portas. Isso fazia com que a estrada ganhasse um caminho ainda mais longe do andarilho.
A promessa do andarilho, não durou poucos meses e tão logo e cheio de impulso como tudo em sua vida, ele encontrou uma nova estrada para andar. E simplesmente esqueceu daquela antiga estrada pela qual prometeu esperar eternamente. E quem garante ate quando ele ficará nesse novo caminho? Andarilhos são sempre tão imprevisíveis e a velha estrada estava agora de portas abertas para aquele que quisesse caminhar por ela, parar em um de seus acostamentos, sentar ali e assistir com ela a um tranquilo por do sol antes de superar seu único obstáculo e encontrar com ela o tesouro da felicidade em seu horizonte. Será que haverá um bravo homem capaz ou estas trilhas estão cheias de andarilhos buscando por aventura e novidade?
Não, nada de definições ou um poema bonito, só três ideias
que construí ao longo do tempo. Estava pensando sobre isso e coincidentemente hoje vi a imagem com a frase que aparece depois do texto no meu Facebook, então achei que devia escrever mesmo. :)
Durante um bom e há até pouco tempo, eu era das que
acreditava que o amor só acontecia uma vez na vida. Que meu namoro não deu
certo porque era apenas paixão e o amor ainda estaria por vir.
Mas passando os anos, vi que o amor é um sentimento muito
gostoso de sentir e que não há problema nenhum em senti-lo mais de uma vez
durante a vida. E um amor não desmerece o outro. Meu namoro deu certo sim por
um bom tempo e foi um amor muito puro e juvenil, mas que não me impede de
sentir outro amor mais maduro e consciente. São amores diferentes, mas são
todos amores.
Não vejo mais o amor como um sentimento eterno, pois o “sentir”
não dura para sempre. Quando eu era criança, sentia medo do escuro e não podia
dormir com as luzes apagadas, cresci e o sentimento do medo do escuro passou,
mas nasceu de novo quando quase me afoguei na aula de natação, e passou
novamente, e renasceu em outro momento... o amor também pode passar, e nascer
de novo...Normal.
Por conta das filosofias de algumas pessoas que conheci (que
eu estava escrevendo, mas estava ficando muito longo para explicar, então fica
para a próxima rs), também aprendi hoje que o amor (especificamente falando de
um casal) deve ser livre, que o amor exige também espaço e às vezes até
um tempo sozinho, que o “você nasceu para mim” não existe, as pessoas nasceram
para viver e ponto, ninguém é dono de ninguém, isso objetifica as pessoas e não somos pertences pessoais. O encontro de dois seres serve para que eles permitam que
um faça parte da vida do outro, caso isso os façam felizes; serve para que eles
compartilhem suas vidas um com o outro e desfrutem de bons momentos juntos com
o que cada um tem de melhor, e que, se necessário, ajudem um ao outro a passar por dificuldades que aparecem, oferecendo o que se tem de melhor também. Que cada um tem sua vida, seus momentos, suas manias
e que é necessário que cada um viva independente do outro (claro, com respeito, carinho, preocupação, etc, não preciso falar né? Espero que não), isso provoca
saudades, faz termos novidades para contar, faz termos vontade de contar essas
novidades, e nos faz procurar o outro porque realmente temos vontade de
estarmos ali com aquela pessoa, não por obrigação, e assim é muito mais gostoso.
Se existe respeito e confiança, qual o problema em ir até uma reunião de amigos
um dia? Se não existe respeito e confiança, a pessoa dará um jeito de
encontrar um escape mesmo que você fique 24 horas do dia junto dela,
sério! A propósito, as experiências de alguns amigos me mostraram que isso
acontece principalmente se você ficar 24 horas junto da pessoa. Hehehe.
Por fim, a última coisa que aprendi sobre o amor: Quando se
ama alguém não significa que exista um desejo carnal sobre ela, amigos se amam
e está resolvido, amigos se amam e eles podem continuar sendo simplesmente
amigos, o amor é muito grande pra se resumir só a um relacionamento conjugal ou
fraterno. Amar alguém e ter um desejo carnal sobre ela também não significa que
você está assumindo imediatamente o compromisso de casar e ter filhos, na
alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias da sua vida. É
possível ter amor a alguém com quem você se relaciona unicamente pelo o que ela representa
e traz de bom à sua vida, é possível amar e esperar que as coisas se encaminhem
e aconteçam naturalmente. Aliás, saber esperar o momento do outro e respeitar os sentimentos (ou a falta deles) é um gesto de amor.
Amor é muito grande e abrangente para ser definido, julgado,
rotulado e principalmente justificado. É também muito bom para ser sentido
somente uma vez, pode ser sentido várias vezes pela mesma pessoa, ou em vários
períodos da vida por pessoas diferentes, ou de várias formas diferentes durante
o mesmo momento. O que importa é que ele seja vivido, sentido, respeitado e
(tomara que) compartilhado!
P.S.: Se quiserem uma inspiração, podem ler ouvindo essa música. Revisei o texto ouvindo-a no "repeat" e foi muito gostoso! hahahaha (estou deveras viciada nela, confesso).
“Você ainda vai ter tudo o que merece.”
“A gente colhe o que a gente planta.”
“O mundo dá voltas.”
Etc.,
Etc.,
Posso apostar que não existe alguém que nunca tenha ouvido
uma frase destas quando precisava superar algo, ou dito para consolar um amigo.
Só que muitas vezes, da mesma forma que esse tipo de coisa sai da boca para
fora por quem diz, ele entra por um ouvido e sai pelo outro por quem escuta.
Quem realmente leva a sério quando escuta isso? Pois acho
que deveria.
Uma vez escrevi que relacionamentos são feitos de troca, e
não existe relacionamento mais intenso e complexo que o nosso próprio
relacionamento com a vida. Então, creio sim que fazer o bem, me trará o bem.
Mesmo que seja só uma ilusão, também não ganharia nada fazendo o mal, então
continuemos assim. Se você bater em alguém, o instinto natural pode levar este alguém
a reagir te batendo também. Se você abraçar alguém, o instinto natural pode
levar a pessoa a te abraçar de volta.
Claro que não é regra, pode acontecer de abraçarmos as pessoas e ela nos dar as
costas, mas não é motivo para pararmos de abraçar. Acredito que no tempo certo,
virão nossos abraços de volta. Assim como o soco que você deu em alguém que
simplesmente se defendeu, um dia também voltará.
Durante alguns momentos, diante de algumas decepções pensei que a vida era
injusta, que não valesse a pena continuar fazendo as coisas de coração puro, se
só recebia decepção atrás de decepção e via tanta gente de má índole com
aparências tão felizes.
No determinado momento que refiz minha cabeça e passei a enxergar as decepções
como aprendizados para minha própria evolução, consegui analisá-las mais
friamente e notar as coisas boas que eu merecia por ser quem eu fui/sou. E
assim, aprendi a esperar e administrar as coisas boas que acontecem com os pés
no chão, sem deixar de aproveitá-las.
Acho válido, parar um instante, repensar nas nossas ações
passadas, relembrar das coisas vividas, de situações em que nos machucaram
gratuitamente. E quando a recompensa vir, se surgir a dúvida de “Será que eu
mereço isso?” a resposta aparecerá automaticamente “Mereço sim!”.
Eu sei que mereço coisas maravilhosas, e não vou me permitir aceitar menos que isso.
Sempre fui adepta, fiel credora do que diz “Não faça com o
outro o que não quer para si mesmo”, mas infelizmente, não é sempre que dá para pensar assim.
Infelizmente mesmo, pois o certo é fazer o bem por fazer, não por esperar algo
em troca. Mas não são todas as pessoas que são adeptas do ditado. Inclusive a
pessoa por quem você pode estar fazendo o bem agora.
Qualquer relacionamento é feito de troca, seja ele homem e mulher, pai e filho,
entre amigos, entre você e seu cachorro ou entre você e seu pé-de-feijão no
copinho com algodão. Doamos o nosso melhor e a nossa energia, se o outro lado
não nos doa de volta, enfraquecemos naturalmente e cada vez mais. Como cavar um
poço e não encontrar a água.
Na minha mente sonhadora e até um pouco inocente, quando
alguém nos faz algo ruim e sentimos na pele o quanto é ruim, não deveríamos
fazer o mesmo com outra pessoa.
Por isso, sempre soube perdoar, aceitar e me esforçar para manter minhas
relações as mais pacíficas possíveis. Mas então descobri que nem sempre o
pacífico é saudável. Saudável para mim.
Por já ter provado o sabor do desprezo, escanteio, segundo
plano, procurei sempre acolher a todas as pessoas, mesmo depois delas já terem
me machucado ou prejudicado de alguma forma. Perdoei todas.
Mas às vezes, parece que é necessário ser um pouco egoísta, olhar para si,
descobrir o que e o quanto você merece da vida e das pessoas e tratar as
pessoas da mesma forma que elas nos tratam. Estou aprendendo que perdoar nem
sempre é a melhor coisa a fazer, às vezes, as pessoas que nos machucam só
poderão entender realmente o que fizeram de errado, quando elas sentirem na pele
o sabor amargo da dor. Infelizmente. E se perdoarmos sempre tudo e todos, nunca
daremos a chance de que entendam o mal que um dia nos fizeram, e pior ainda, não aprenderão a mudar e tornarem-se melhores para que isso não se repita com
outras pessoas e o ciclo de erros continuará acontecendo.
Não se trata de vingança ou de guardar rancor, mas trata-se
de pensarmos em nós primeiro e não aceitar que nos tratem da forma que não
merecemos. Trata-se de nos amar, nos respeitar e transmitir isso para sejamos
amados e respeitados pelo nosso entorno. Então, não trato mais os outros da forma
que eu desejo ser tratada. Me trato da forma que eu sei que mereço ser
tratada, e os outros naturalmente notarão isso e me tratarão da mesma forma.
Obrigada às pessoas que nos amam, que enxergam melhor as
coisas do lado de fora e que sabem o que nos faz feliz para nos ajudar a entender o que não nos faz.
Dentro de todo o seu diâmetro, um mundo novo talvez.
Ou talvez nada, um vazio perturbador.
A caixa embala cuidadosamente tudo aquilo que eu quero te dar.
Pode guardar todo o meu amor que começa a aflorar naquela maravilhosa fase de descobertas, guardado cuidadosamente para que tudo continue intacto e fortalecido.
Pode guardar as memórias e dores de um romance passado, das tuas coisas que ficaram aqui, guardadas cuidadosamente em respeito aos dias compartilhados.
Todo o nosso sentimento a ser transmitido fica ali, guardado, embalado e fechado para que, quando ela for aberta pelo destinatário, tudo o que sentimos possa chegar ao seu destino.
Abri várias caixas e pacotes cheios de carinho e amor. Cada sentimento ali guardado, invadiu meu coração e acarinhou minha alma.
Ganhei a solidificação de uma amizade longa e verdadeira, o amor fraterno da minha família, a alegria da amizade recente que se fortalece cada vez mais, e o aconchego de um sentimento maravilhoso que anda transbordando meu coração e faz doer só de pensar, parece que não cabe.
Tudo isso só me faz pensar que fiz algumas decisões certas na vida, que escolhi as melhores pessoas para andar ao meu lado, e quero retribuir tudo à elas, em lindas caixas de amor.
Obrigada!!!
Assim como o café da manhã, os problemas estão sempre ali,
na vida de qualquer pessoa, escondidos dentro do açucareiro. Mas por que parece
que algumas pessoas simplesmente não os têm?
Ora, claro que têm, todos têm problemas, eu mesma já tive
vários e continuo os tendo. A diferença é a importância que se dá a eles. Um
problema pode triplicar de tamanho se você o tratar assim, bem como pode naturalmente
sumir se você o deixar de lado. Problemas são estressantes por natureza, se
você se estressar mais, trará mais problemas, que trará mais estresse, que...
Tento ser a companhia mais agradável possível, a companhia que
eu gostaria de ter de alguém, alguém agradável para mim mesma e
consequentemente para os outros.
Quando saímos de casa para encontrar alguém que gostamos, seja lá qual for o
nosso grau de relação, vamos dispostos a nos sentir bem com elas. Ser recebido
por uma cara fechada joga no lixo toda a motivação que tínhamos para encontrar
quem quer que seja.
Não é justo alguém sair de casa ao nosso encontro e recebermo-la
com reclamações, problemas, blá, blá, blá e mais blá. Amigos e companheiros são
para todas as horas, me sinto a pessoa mais contente do mundo quando sei que
posso ser útil para ajudar alguém, nem que seja só ouvindo. Mas tudo tem
limite, amigos estão conosco para nos ajudar, mas não para depositarmos todos os nossos problemas. Tanto o bom quanto o mau humor contagiam, que o bom humor das pessoas ao nosso redor nos contagie então ao invés do contrário.
Ser uma pessoa negativa, atrairá negatividade e
principalmente, afastará as pessoas positivas. As relações são feitas de troca.
As pessoas lhe oferecerão algo, se você tiver algo para oferecer, nem que seja
um sorriso.
Nessa vida, aprendi algumas coisas, uma delas é que reclamar não resolve. Outra coisa é que gente mau humorada não é atraente.
Experimente sair de casa e deixar os problemas embaixo do
colchão, ao menos uma vez. Receber a vida de coração, mente e braços abertos. Não
é clichê que quando sorrimos para a vida, ela nos sorri de volta. E quando a
vida sorri para nós, fica muito mais fácil respirarmos fundo e lidar com
qualquer situação difícil.
Meu bom humor para encarar os problemas vem das pessoas
incríveis que tenho ao meu lado e não me deixam pensar neles. Vem dos braços
abertos para o que a vida pode oferecer, e principalmente, vem da prioridade
que dou para as coisas. Existem pessoas e momentos que merecem muito mais da nossa atenção do que pequenos problemas que tentam estragar nosso dia.
Hoje é segunda-feira, estou com problemas
burocráticos e de relacionamento no trabalho, esqueci o vale transporte em casa
e estou pagando tudo com o meu dinheiro. Mas tive um fim de semana tão
especial, que já me esqueci de tudo isso.
25 anos, Leonina, Paulista e Paulistana morando na Irlanda, já com saudades de casa e dos amigos, em contagem regressiva para voltar. Apaixonada pela cidade pela vida, pela noite, pela música, pelas pessoas.