domingo, 9 de setembro de 2012

A vida joga...

Quanto tempo hein?!

"...Eu descobri que a vida é um jogo. Quanto mais sério eu entendia as coisas, mais difíceis as regras ficaram." - Megadeth - A Tout le Monde

E não há como negar o fato, tanto que existe até um jogo de tabuleiro de verdade intitulado "Jogo da Vida". Bom seria se o jogo da vida de verdade fosse tão simples quanto ao exemplar da Estrela.

O jogo real é difícil, imprevisível... nunca sabemos onde irá parar o dado, nem quantas casas temos permissão de andar, muito menos se a carta que tiramos será de Sorte ou de Revés.

Uma palavra, uma atitude, uma decisão, muda a sua vida toda. Por isso é melhor prestar atenção. Em TUDO!

A expectativa é uma peça importante deste jogo. Diria eu que é o dado que você joga antes de tirar sua carta de Sorte ou Revés. Quando criamos uma expectativa muito grande sobre algo, vem a vida, mandante do jogo e CHUÁ, te lança uma carta de Revés dizendo "volte para o início" e você se vê ali, segurando um balde de água fria. Quando não criamos, lançamos o dado, avançamos seis casas e caímos na casa que diz "Avance mais três casas". É tanta sorte que até desconfiamos e ficamos com receio de jogar o dado mais uma vez.

Se você não tem medo de nada, meus parabéns. Cabe ao restante dos humanos a difícil tarefa de não criar expectativas sobre as coisas e ao mesmo tempo manter a esperança. Contraditório porém necessário.

O amor é uma parte perigosa do jogo, é aquela casinha que sempre acaba te mandando para a prisão. O amor nos obriga a andar pelo tabuleiro como quem pisa em ovos, muitas vezes te induz a pisar nas casas erradas ou a fazer jogadas impensadas. A peça do amor não é para qualquer um, ao escolhê-la é preciso estar lúcido e saber exatamente o que se está fazendo, conseguindo realizar esta árdua tarefa, o amor sempre te ajudará a chegar até o final!

E aí, em meio a várias outras peças, é preciso tomar decisões. Qual caminho seguir? Qual carta tirar? O que fazer?

Cada vez mais penso que a vida é perigosa, que o amor é perigoso, que os dias são perigosos e que definitivamente, nunca se sabe o que acontecerá amanhã.

Esse texto totalmente sem sentido, não é em vão. Entrei no meu quarto, olhei minha mala de viagens recém comprada e me vi em uma encruzilhada. Preciso jogar alguns dados e resolver algumas jogadas antes de tomar algumas decisões, que com certeza servirão para mudar a vida! Por hora é isso... entrei no jogo! =)

domingo, 22 de julho de 2012

Adeus ano velho...

O ano está acabando, isso mesmo! Dia 24 de Julho começa um novo ano, uma nova jornada com novas metas, tenho 365 dias para torná-lo maravilhoso e inesquecível! Algumas coisas, pessoas, ideias vão ter que ficar no ano que acaba amanhã... AINDA BEM! Mal vejo a hora! :) Os 21 foram maravilhosos! Acho que foi o ano em que mais vivi, fica até difícil escrever tudo o que aconteceu... Foi logo depois do meu aniversário que eu sofri uma decepção com a qual eu devia ter aprendido, mas é quando você se envolve com alguém novamente é que vc descobre se aprendeu ou não... c'est la vie! =P. Foi aos 21 que eu fui apresentada à maravilhosa New Wave! E descobri que definitivamente nasci na época errada. Agora mesmo estou ouvindo um compilado de músicas dos anos 80 =D. E embalada por esse ritmo eu vivi a história mais maluca da minha vida! Foi a primeira vez que passei 48hs na rua, foi a primeira vez que subi em um palco para dançar (não vai repetir), que chorei depois de ter bebido (não vai repetir) e também que coloquei "tudo pra fora" (não vai repetir de jeito nenhum) (Foi só isso que fiz, eu não bebo tanto assim, aliás, faz muito tempo que não bebo =S). Foi a primeira vez que assumi um papel de líder, que ganhei um aumento de verdade. Foi a primeira vez fui a um festival (de graça, e ainda vendi um ingresso, nunca é demais lembrar dessa parte!)! E saí de lá entorpecida de música! Foi a primeira vez que saí com um estrangeiro, que subi numa cachoeira de verdade, foi a primeira vez que tive alguém desesperado atrás de mim e que eu não soube o que fazer. Provavelmente foi a primeira vez que decidi parar e que disse "não". E foi uma das decisões mais importantes que já tomei. Foi aos 21 que passei a me doar mais para a minha família... ainda não ajudo do jeito que gostaria, mas subi o primeiro degrau =). Infelizmente, não foi a primeira vez que me apaixonei... foi a vigésima, quinquagésima, sei lá (vai repetir muitas vezes)... e não foi a primeira vez que acabei ficando só e com as lágrimas nos olhos (não vai repetir). E com isso eu descobri que eu só estou aprendendo... Mas foi aos 21 que meu respeito por mim mesma triplicou, que meu amor parou de caber no peito e que comecei a observar melhor as pessoas. O ano está terminando da mesma forma que terminou o anterior, com o coração exausto. Mas os 22 não vão começar chorando como começaram os 21, isso eu prometo! Resoluções para o Ano Novo! - Eu vou realizar tudo o que quero, sem contar meus planos para ninguém! =) (Desculpa, aprendi aos 21 que isso faz parte da vida.) Obrigada a quem fez dos meus 21, inesquecíveis! Estou de coração limpo e pronta para receber os 22! \o/ Feliz Ano Novo!!!!!

terça-feira, 24 de abril de 2012

AQUELA pessoa...

É sofrida a situação quando em meio a palavras soltas de tantas pessoas, qualquer palavra vinda DAQUELA pessoa te chama a atenção, te faz ler, reler, tentar interpretar, pensar mil coisas quando no fundo aquelas palavras foram escritas sem propósito algum. É grande a insegurança de não saber quais são as lembranças e qual é a imagem que AQUELA pessoa tem de ti: "Será que fiz algo errado?", "deve ter sido aquela piada sem graça que contei quando saímos..." É angustiante a vontade de abrir o coração e mostrar todas as coisas lindas que há dentro dele e que acabam ficando escondidas, tímidas, quando encontramos AQUELA pessoa, sendo facilmente substituídas por descontraídas brincadeiras embebedadas em seguidos copos de cerveja, e, ao voltar para casa, as lindas coisas do coração resolvem sair de suas tocas arrependidas por não terem se manifestado... terão que esperar por mais um raro encontro, se quiserem. É amargurante. É devastador o medo de finalmente criar coragem para fazê-lo e não receber um "sim" como resposta, estragando qualquer possibilidade futura e fazendo com que AQUELA pessoa não veja outra alternativa a não ser afastar-se de ti para não magoar-te. Obrigando-te assim a esquecer AQUELA pessoa e encontrar outra "AQUELA" pessoa para recomeçar todo o ciclo outra vez...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Stronger than yesterday.


Não sei bem como começar, na verdade não sei nem se preciso desabafar. Estou bem.
Hoje tive a infelicidade de ver um homem por quem meus olhos nunca param de brilhar, beijando outra garota... a parte ruim, é que eu a acho muito simpática, a parte pior é que ela é linda!
Mas eu tinha tantos amigos ao lado para dar risada da situação, que eu esqueci de me importar com a cena.
Não vou negar que prestei atenção ao que estava acontecendo. Olhei aquilo com outros olhos...
Olhos de tristeza? Não, dessa vez eu não derrubei uma lágrima.
Olhos de desprezo? Não é para tanto...

Foi quase um olhar crítico.
Uma roda de amigos em frente ao boteco de sempre. O rapaz diz que vai ao banheiro e vai buscar uma cerveja. Entra no boteco. Um minuto depois, a garota diz a um rapaz da roda (que gosta dela, coitado), que iria ao banheiro e já voltaria. Entra no boteco. 5 minutos se passam e nenhum sinal dos dois. Dois amigos vão ao banheiro. Voltam. E nem sinal dos dois primeiros (ah sim, é uma cabine para cada sexo). Se tivesse um chuveiro no banheiro, eu poderia crer que estavam tomando banho. Voltaram e sem a cerveja prometida. Que pecado!

No terminal rodoviário, acontecem as despedidas. Todos vão em direção ao metrô, e eu e o rapaz vamos em direção ao terminal de ônibus. Mas o rapaz estava ocupado... fui embora. Talvez ele diga a ela a mesma coisa que disse pra mim ontem, que não poderia mais ficar com ninguém ali, pois seu cunhado utiliza aquele mesmo caminho para voltar pra casa.

No ônibus, ouvi a música mais melancólica do momento que estava tocando no rádio, e não houve diferença nenhuma. Comecei a pensar... Um homem comprometido, que abre seu catálogo e escolhe "qual será que eu vou beijar hoje?", que precisa fazer as coisas como se estivesse se escondendo da polícia. No começo é muito divertido "uau, quanta adrenalina". Mas agora.... na boa, eu consigo coisa bem melhor que isso. Esse tipo de situação não combina com a mulher que está nascendo dentro de mim. Prefiro esperar encontrar alguém solteiro que não precise se esconder para ficar comigo.

Andei pela rua tão orgulhosa de mim, que provavelmente eu vou esquecer de passar pelo boteco para cumprimentá-lo amanhã... puxa, que relapso, não? Estou tão triste por isso...

Os sentidos, sentirão :)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fantasmas do Passado


(As duas primeiras linhas foram escritas no dia 23 de Novembro de 2011, somente dia, 31 de Janeiro de 2012, me pareceu conveniente continuar, e hoje, 06 de Fevereiro, eu consegui dar um ponto final.)


Há inúmeras vantagens e desvantagens em conhecer várias pessoas. Eu, extrovertida que sempre fui, conheço pessoas de todos os jeitos e de todas as vidas possíveis. Tenho conhecidos mais velhos, mais novos, homens, mulheres, gays, com filhos, sem filhos, casados, solteiros, adúlteros... O problema, é que quando se tem uma grande quantidade de frutas, fica difícil saber quais estão estragadas e quais não estão, tem que olhar uma por uma, cheirar, apertar... às vezes até abrir, porque umas só mostram a verdadeira essência quando as olhamos por dentro, e isso tudo, dá muito trabalho!

Conhecer muitas pessoas e não ter medo de entregar-se a todas elas faz com que a possibilidade de ser magoado, seja muito maior. Infelizmente este é um defeito meu.

Só que há algumas pessoas que ainda tem a ousadia, audácia, cara-de-pau, ou quem sabe na melhor das hipóteses, ingenuidade, de continuar “assombrando” nossa vida. Mesmo depois de nos ter magoado (com consciência disso).

Acredito que muitas vezes isto acontece como um “teste”. Quando se está tudo bem, vem um fantasma do seu passado e te assombra, e aí, surgem duas opções para reagir. Ou você deixa aquilo acabar com o seu dia, ou você respira fundo e vê que é uma grande bobagem dar bola pra isto. Isso me aconteceu na semana passada e felizmente eu escolhi a segunda opção! Lembro que a mesma coisa aconteceu no dia 23 de Novembro e eu tinha escolhido a primeira opção... A gente tem que evoluir né?

Podemos interpretar estas assombrações como um grande bem ao nosso ego. Conseguimos superar uma mágoa, conseguimos ser melhores que aquele serzinho tão inferior com o coração carregado de culpa.

Sabe daquela história de “quem ri por último, ri melhor”?. Exatamente, depois de algumas noites em claro devido à dor, os papéis se inverteram e agora quem dorme em paz com a consciência tranqüila, sou eu. =)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Desligue-se por um minuto!





Uma verdade que deve ser levada em consideração todos os dias por nós: humor é extremamente contagioso, e não é transmitido somente de pessoa para pessoa, é transmitido de pessoa para o universo. Sorriso atrai mais motivos para sorrir, lágrimas atraem mais motivos para chorar.

“Então quer dizer, que se eu passar o dia todo sorrindo, nada de mal vai me acontecer?”

Não é bem assim, mas quando nos permitimos sorrir e encarar o nosso dia de forma positiva, os imprevistos que aparecerem não terão o mesmo impacto que teriam se você acordasse de mau humor e resolvesse seguir com esse estado de espírito durante o resto do dia. Quando nos permitimos ter um dia triste, tudo de ruim que acontecer, terá um impacto maior e acharemos que “este não é o meu dia” ou que “tudo só acontece comigo”. E aí, acabamos nem percebendo as coisas boas que estão acontecendo no nosso dia.

Talvez o problema também seja por muitos de nós nos cobrarmos demais e sermos um tanto quanto ambiciosos, se as coisas não acontecem exatamente como queremos, ficamos frustrados, achando que está tudo errado, e não paramos pra pensar que, talvez aquilo não aconteceu como gostaríamos porque há outra coisa planejada para nós, que só vai acontecer quando estivermos prontos. Pra isso existem os obstáculos no meio do caminho, para que aprendamos com eles. Tudo depende da forma como você enxerga essas barreiras. Você pode enxergar como um rio em alta correnteza, ou como uma simples poça d’água.

Não é fácil acordar sorrindo e passar o dia de bom humor, levar todas as coisas na esportiva e continuar seguindo nosso dia. Mas há coisas muito simples que nos trazem um prazer incrível. Eu costumo ouvir uma música calma antes de dormir, ou até mesmo um pouco psicodélica, para “viajar” um pouco. Tento escolher uma letra neutra também, que não fale de amor ou outros sentimentos, principalmente de melancolia, porque, isso vai acabar influenciando nos meus sonhos, e consequentemente os sonhos influenciam nosso dia. Tenho minhas preferidas aqui no celular...

Enjoy the Silence – Depeche Mode (uma das minhas favoritas) / Confortably Numb – Pink Floyd (Nunca fumei, mas acho que essa pode ser uma boa substituta da maconha, viu?) Between Love and Hate – The Strokes (essa tem um motivo ‘especial’ e ouço bem baixinho por ela ser mais “pesada” que as outras). Há várias outras, mas foi só um exemplo...

Deito na cama, fecho os olhos e ouço... não acompanho cantando a letra, tento me concentrar ao máximo possível na música... e é ótimo, fico tão relaxada... quando a música está chegando no final, ainda com os olhos fechados para não ver a luz forte do aparelho, aperto uma tecla no celular para a música parar antes que comece outra e estrague todo o clima..rs. Faço a mesma coisa de manhã, sei lá, enquanto estou no ônibus, ou antes de sair de casa... para mim, é ótimo me “desligar” por alguns minutos, dá outra disposição para começar o dia. Pode ser paranóia minha, cada um acredita naquilo que lhe convém, mas no meu caso, eu coloco muita fé nisso, e geralmente funciona J. Exceto em casos extremos, como TPM, quando até o passarinho cantando me faz chorar, hehehe...

Nem que seja aquele momento quando você fecha os olhos para sentir um pedaço de chocolate derretendo na sua boca (Suflair é ótimo pra isso, e um dos meus chocolates favoritos, vai que alguém me ama muito e queira me dar, né?...), não importa, eu aconselho todos a encontrarem uma forma de buscar prazer e bem estar (desde que não envolva drogas ilícitas), quando você “desperta”, é como se começasse um novo dia e tudo estivesse bem!

Se as coisas não estiverem indo bem, o jeito é respirar fundo, e separar uns minutinhos para você, um banho maravilhoso, uma boa música, um filme, comprar uma roupa nova... NÃO TEM DESCULPA, sempre tem algo que faz com que nos sintamos bem e deixemos os problemas um pouco de lado, e que muitas vezes não custam nada ou nem levam muito tempo!

E acreditem, quando você encara a vida de bom humor e com um sorriso no rosto, as coisas ficam muito mais bonitas e positivas. Ninguém gosta de estar perto de uma pessoa triste, para isto existe o CVV...


Desculpem, é que acordei de tão bom humor hoje... J (e andei recebendo comentários que eu só escrevia sobre coisa triste ¬¬’)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

20 e poucos anos


Quando os Raimundos regravaram esta música, eu estava com meus simples 10 anos de idade (Claro que eu não sou da época do Fábio Jr.). Não fazia ideia do que significavam os 20 e poucos anos, na minha imaginação de criança, isto já representava estar velho, andando pela Av. Paulista com roupas sociais, casado e com filhos. Segue o exemplo que tinha em casa: Minha mãe casou-se com 21 anos e teve seu primeiro filho aos 24 recém completados.

Ao completar 20 anos, a primeira coisa que pensei, foi nessa música. Mas bem, eu ainda tinha 20 anos, não fazia parte deste time, eu estava só nos "20...". Mas ao completar 21, vi que tinha entrado para a fase dos "...poucos anos". Ter 20 e poucos anos é uma experiência incrível! Dizem que a personalidade da pessoa é formada até os 07 anos de idade, depois disso a pessoa não muda. Eu não acredito mais nisso, essa fase que vivemos agora, nos obriga a tomar decisões cruciais para o que seremos no futuro. Se a adolescência é a fase das descobertas, então eu diria que os "20 e poucos anos" é a fase das escolhas e das transformações

Durante esta fase, as diferenças ficam menores. Voltando à minha mãe, quando ela nasceu, meu pai tinha 09 anos... muita coisa né? Quem diria que os dois iriam se encontrar e se casar? Pois bem, quando casaram-se, meu pai tinha 30 anos, e minha mãe 21 como eu já disse anteriormente. É uma diferença grande, mas aceitável agora. Sempre me dei melhor com as pessoas mais velhas (e particularmente, até prefiro mesmo, desculpem os mais novos. Larissa, Nádia, Bia..não me matem, vocês são incríveis, ok?) tenho amigos de 30, 40 anos, e não há diferença nenhuma na hora de conversar. Vou à festas com minhas amigas de 27 e 31 anos, e nos divertimos igualmente.

Tenho escolhas importantes à fazer... Agora, aos 21 anos, posso sair de casa e avisar quando eu já estiver na porta, não preciso dar muitas explicações de para onde estou indo, com quem estou indo, que horas eu chego, etc, etc, etc. Meus amigos de mais longa data sabem que isso pode ser comparado à libertação dos escravos rs... Mas as coisas mudaram, ontem fui sozinha à colação de grau de uns colegas formados em hotelaria. Me senti uma estranha por entre as várias famílias, fui apresentada às mães e tudo mais. Vi os formandos tirando fotos com seus diplomas na mão, e quase me emocionei, pensando que em um ano estarei no mesmo lugar. Tenho um convite para visitar a casa de uma colega de classe que se casou, para visitar o bebê e a casa de uma colega (mais nova que eu ) que trabalhou comigo... Coisas da vida.

Minhas contas hoje, são pagas por mim, mas eu ainda gosto de ler tirinhas bobas na Internet... estou em uma corda bamba, de um lado, o futuro-breve, do outro lado, a vida boa, quase que irresponsável. Estou me equilibrando até chegar a hora certa de cair.

É mágico olhar para seus colegas de classe e ver que hoje entre aquelas pessoas de calça azul royal e camiseta branca com um "JS" estampado no peito, hoje há dentistas, jornalistas, professores... E ainda estou no primeiro ano dos "20 e poucos anos", imaginem quantas coisas ainda vão mudar. Ainda não casei, nem tenho perspectivas para isso, não tenho filhos (ainda bem!) mas já ando em trajes sociais.. não pela Av. Paulista, mas pela Av. Nove de Julho, que no fim, dá na mesma... mas sei que estou vivendo uma fase incrível da vida, e que a cada passo que eu der, pode estar escondida uma surpresa para a minha vida!

As pessoas de 20 e poucos anos, devem viver cada dia da sua vida, pois é uma fase que vai embora muito depressa, a adolescência é empurrada para trás com violência, a vida adulta chega quando você nem percebe, e tudo pode ir embora muito rápido e não voltar mais...Então... let's live!

Quem sabe eu volte aqui quando estiver com meus 30 anos? De onde será que estarei postando? Quem serão meus amigos? Quem estará ao meu lado? Não precisa de tanto, aos 25, muita coisa vai ter mudado...

É, me empolguei! Rs.